Grande Rio, eu sou guerreiro
Sou brasileiro e faço meu ziriguidum
Vibra arquibancada, explode
O camarote nº1
Amor é hora, não demora
A minha energia vai contagiar
O yaya é o samba que manda na minha cidade
E no despertar de um folião
Tenho o esplendor de um barracão
Onde o sonho vira realidade
Num simples toque das mãos
Depois de um vendaval de alegria
Minha fantasia pra lá de suada
Lágrimas sorrissos fazem parte desse visual
De um paraíso de beleza sem igual
Ai que emoção!
Meu coração vai a mil
Quando a sirene tocar
A passarela tremer o homem pode voar
De ratos e urubus veio a transformação
Quero mais que nota 30 pro talento do João
No Ita salgueirando lá vou eu
Ouvindo a sereia cantar
Festa da raça, kizomba a liberdade no ar
Daqui pra lá, de lá pra cá de Braguinha
Fez o mundo inteiro delirar
No templo dos bambas, raízes do samba
A arte se consolidou, saudade
Da linda voz que se calou, eu sou cantor! Eu sou cantor!
No seu protesto, nunca foi puxador...
Será que no terceiro milênio haverá
Festa cigana na avenida
O amanhã como será? DNA, princípio da vida
O sambista com sorriso divinal
Na apoteosa do planeta carnaval
domingo, 14 de fevereiro de 2010
POEMA DO CUME
Letra e música: José João Melo; Ricardão
Victor Almeida
No cume daquela serra
Eu plantei uma roseira
O mato no cume cresce
A roseira no cume cheira
Quando cai a chuva fria
Salpicos do cume caem
Salpicos no cume entram
Abelhas do cume saem
Quando cai a chuva grossa
A água do cume desce
O orvalho do cume brilha
A floresta do cume cresce
E depois que a chuva cessa
Ao cume volta alegria
Pois volta a brilhar depressa
O sol que no cume ardia
E à hora crepuscular
Tudo no cume escurece
Pirilampos do cume saem
Tudo no cume arrefece
Victor Almeida
No cume daquela serra
Eu plantei uma roseira
O mato no cume cresce
A roseira no cume cheira
Quando cai a chuva fria
Salpicos do cume caem
Salpicos no cume entram
Abelhas do cume saem
Quando cai a chuva grossa
A água do cume desce
O orvalho do cume brilha
A floresta do cume cresce
E depois que a chuva cessa
Ao cume volta alegria
Pois volta a brilhar depressa
O sol que no cume ardia
E à hora crepuscular
Tudo no cume escurece
Pirilampos do cume saem
Tudo no cume arrefece
Assinar:
Comentários (Atom)
